Análise do episódio 193 de Boruto

Finalmente adentramos no Arco de Kawaki e, adaptando a estória do mangá, com um pouco de conteúdo original, tivemos um episódio repleto de diálogos e de momentos gratificantes ao público. Confira a análise do episódio 193 de Boruto:

O perigo de uma invasão por parte da Organização Kara, deixou Shikamaru claramente apreensivo e desconfiado, o que só aumentou quando Naruto, o Hokage, decide ficar com a custódia do garoto misterioso ligado a esta, que é poderoso e pode ser uma ameaça à Konoha. O Hokage considerou acolhê-lo em sua residência para protegê-lo do inimigo, além de pensar que deixá-lo preso resultaria em uma tragédia ou criaria ainda mais problemas.

Durante a cúpula dos Kages, Katasuke apresenta seu relatório a respeito das ferramentas ninja-científicas inseridas no corpo de Kawaki, indicando como aquela tecnologia é superior a de Konoha, devido a versatilidade do corpo de Kawaki, que foi modificado por completo. 

Nesta, Naruto teve o apoio geral de todos os demais líderes, que analisaram a situação “Kara-Kawaki”. Outro ponto interessante, foi entenderem que a ligação entre os selos de Boruto e Kawaki talvez permitisse uma aproximação, confiabilidade e entendimento entre ambos sobre o Karma e o que ele significa.

O episódio ainda conseguiu transmitir como um personagem pontual pode agregar a obra: Mugino foi totalmente reformulado no anime, possuindo um background polêmico que o conectou a Konoha e levou a maneira que vivia como ninja, na qual priorizava suas missões em total seriedade, mas longe delas, era uma pessoa comum e genuína, que procurava ajudar os outros ao seu redor. A maneira como o anime prestou essa bela homenagem foi esplêndida.

Adiante, Kawaki é conduzido até a casa de Naruto, onde vai morar por enquanto. O Nanadaime elogia a comida de Hinata como atrativo. Esse é gamado demais na esposa, hein?! ♡ 

No entanto, Kawaki foge do Hokage – ele não pretende ficar sob custódia, não importa o quão importante Naruto seja.  Após poucos minutos de perseguição, com Naruto sempre o alcançando, Kawaki percebe que é inútil tentar fugir no momento e desiste por ora. É, Kawaki notou muito mais rápido do que Sasuke que é impossível se afastar do loiro, hahaha. 

Na casa de Naruto, Kawaki é recepcionado pela gentileza de Hinata, mas ainda reage asperamente a qualquer tentativa de contato. Ele reforça que não é da Kara, nem tem informações sobre esta, e que Naruto só quer tirar vantagem dele. 

Em seguida, em uma conversa com o filho, Boruto, Naruto traz à tona um assunto que nos emociona: a sua infância. Ele se compara a Kawaki, dizendo que, assim como ele, ele era poderoso sem nunca ter pedido para ser; que por isso, o temiam, e isso lhe causava solidão. “Os olhares frios eram mais dolorosos do que qualquer treinamento”, ele diz. Sabemos como, né? E Boruto também, tendo visto quando viajou para o passado com Sasuke. 

Naruto pede que Boruto seja diferente daquelas pessoas, e o rapaz assim decide – permite dar o benefício da dúvida a Kawaki. Porém, no momento em que diz isso, este reage explosivamente, nos proporcionando a famosa cena do mangá em que ele quebra o vaso que Himawari fez a mão, com todo carinho e dedicação, à sua mãe. A menina chora…

Boruto fica furioso, e Kawaki, percebendo o que fez, surpreende a todos dizendo que “sente muito” e revela seu nome.

Ao final, Boruto também se apresenta e diz ao “parasita” que se lembre. Eita

Sabemos que as encrencas entre esses dois estão apenas começando…

Para concluir a análise do episódio 193 de Boruto, consideramos uma boa introdução dessa situação que bem conhecemos, e estamos ansiosos para as próximas adaptações do mangá, e vocês?

Não esqueçam de conferir as sinopses dos próximos episódios do anime aqui. Até a próxima!

Beatriz Tennant e Cezário, Redação

NOTA DO AUTOR(A)

As informações contidas nesta postagem são apenas para fins de informação geral. As informações são fornecidas pela Boruto Explorer e enquanto nos esforçamos para manter as informações atualizadas e corretas, não fazemos representações ou garantias de qualquer tipo, expressas ou implícitas, sobre a integridade, precisão, confiabilidade, adequação ou disponibilidade de a fins.